- O sermão de hoje…
- Mãe, manhê…
- Psiu, quieto menino.
- Ixe, mas que coisa,
não posso falar?
- Não, só calar!
Então me calava e matutava, matutava…
Depois, resignado, esperava.
Nada a fazer.
Eu, menino, era apenas mais um
entre os que ali estavam
emudecidos.
Fabiano da Rocha – 14.01.2004





























