Tagged with unimep

Editor na National Geographic Brasil na Unimep

Atenção fotógrafos! Na próxima segunda-feira, 14, o jornalista e diretor da revista National Geographic Brasil, Matthew Shirts participará do 5° Simpósio de Jornalismo da Unimep. Na ocasião Shirts promoverá a palestra Fotojornalismo e Informação – A Experiência da National Geographic. O evento será no Auditório Verde situado no bloco 2. Imperdível, venha e participe.

Mais informações aqui e aqui.

Inté!

Etiquetado , , , , ,

Dalví Rodrigues

Dalví Rodrigues, motorista Unimep. © 2010. Fábio Mendes.

Etiquetado , , ,

200 mm

Coruja, Unimep. © 2011. Fábio Mendes.

Etiquetado , ,

NUC

Equipe do Núcleo Universitário de Cultura - Unimep. Em pé da esq. p/ dir., Joceli Lazier, Antonio "Chapeu" e Joanice Casemiro. Primeiro plano, Fernando Bisan. © 2010. Fábio Mendes/Unimep

Etiquetado , , , , , , ,

Solua…

É só misturar o Sol com a Lua!

Lua. © 2010. Fábio Mendes.

Lua. © 2010. Fábio Mendes.

Lua. © 2010. Fábio Mendes.

Lua. © 2010. Fábio Mendes.

Lua. © 2010. Fábio Mendes.

Lua. © 2010. Fábio Mendes.

Lua. © 2010. Fábio Mendes.

Lua. © 2010. Fábio Mendes.

Etiquetado , , , , , ,

Josiane Maria de Souza

Josiane Maria de Souza. Coord. e professora do curso de letras-português Unimep. © 2009. Fábio Mendes

Etiquetado , ,

Amizade

Fotografia realizada para uma matéria sobre amizade. Alunos de educação física - Unimep. © 2009. Fábio Mendes/Unimep

Etiquetado , ,

Paulo dos Reis

Paulo Mendonça dos Reis, operador de áudio visual da Unimep e boleiro. © 2009. Fábio Mendes/Unimep

Etiquetado , ,

Segurança no campus

É a vez dos vigilantes na série dos profissionais que cuidam do campus Taquaral da Unimep. Junto ao meu amigo e jornalista Leonardo Ribeiro, nós registramos o dia-a-dia dos profissionais que guardam e traz segurança aos alunos e funcionários da instituição.

Conheça alguns desses personagens que faz e fizeram parte da história da Unimep com o texto de Leonardo Ribeiro. Realizado no ano de 2009.

Vigilantes

          Camisas azuis, calças pretas e olhares atentos. Espalhados por todos os setores do campus Taquaral, mas quase não notados, os seguranças da Unimep trabalham as 24 horas do dia em três turnos. Das 6h às 14h, das 14h às 22h e das 22h às 6h, a profissão exige lealdade às regras.

          E se o trabalho é cumprir as ordens, a palavra mais habitual na boca dos seguranças é o “não”. “Ninguém gosta muito de segurança, sempre fala não, não pode isso, não pode aquilo”, comenta José Mariano Aguiar, há 20 anos na profissão. Apesar das negativas, o trabalho serve de suporte aos alunos. “Olhamos todos os carros, verificamos se os vidros estão abertos. O aluno é nosso cliente”, enfatiza Mariano.

José Mariano Aguiar. © 2009. Fábio Mendes.

           Alguns “clientes” no entanto, não entendem algumas proibições, como a recente lei antifumo. “Falta um pouco de consciência social, não fomos nós que inventamos isso. Nós cumprimos regras”, declara José Rafael de Oliveira, que começou no ramo fazendo “bico” em boates e supermercados, se especializou e há 6 anos está na Unimep. “Não é porque paga a faculdade que pode fazer o que bem entender. Mas felizmente há muitos que colaboram com nosso trabalho”.

José Rafael de Oliveira. © 2009. Fábio Mendes.

          Se dizer não é uma rotina, a solidão é um costume na vida dos seguranças. Com uma escala de trabalho em que os postos se alteram a cada 15 dias, são várias as situações em que passam horas comunicando-se apenas por rádio, limitação esta que consolida um vínculo entre eles. “A amizade é o maior valor que carrego comigo desde que cheguei à Unimep”, garante Meire Andrade, há 14 anos na instituição.

Meire Andrade. © 2009. Fábio Mendes.

“Causos”

           Trabalhar como segurança acarreta perigos. Que o digam os escalados para o turno da madrugada. Pouco iluminado, o campus Taquaral é palco de histórias curiosas que muitas vezes terminam em risos. Em outras, acabam em suspense. Rodeada por canaviais, a fazendinha é o posto mais repudiado entre os seguranças. “Na fazendinha não dá para enxergar nada, é muito escuro. As vezes o ruído de uma coruja ou o estalo de um bambu assusta”, comenta Rafael.

José Rafael de Oliveira. © 2009. Fábio Mendes.

          As lendas também ganham espaço na história do local. “Tem gente que descreve uma loura, de vestido branco, que teria sido vista arrastando corrente nos pomares”, diverte-se Rafael, que também ostenta no currículo uma história engraçada. “Quando fui vigiar o teatro, percebi que é muito escuro e quieto. Lá são guardados muitos bonecos de pano, o que na época eu não sabia. Um dia, um deles caiu e eu reagi ao movimento dando um soco no boneco. Ainda bem que era um boneco”, diverte-se.

José Mariano Aguiar. © 2009. Fábio Mendes.

 

 

Etiquetado , , , , , ,

Quebra-Cabeça

Laboratório de Anatomia da Unimep. © 2009. Fábio Mendes/Unimep.

Etiquetado ,
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.